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A imagem mostra os músicos que tocarão neste recital sentados na arquibancada da Estação Motiva Cultural.

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Temporada Osesp 2026

Câmara: vozes e sopros do Renascimento até hoje

Clarissa Cabral
mezzo soprano
Jabez Lima
tenor
Flauta
oboé
clarinete solista
fagote solista
trompa
Local: Estação Motiva Cultural
Data: dom., 21 de junho de 2026
Horário: 18:00
Duração: 60 min.
Preço: R$ 75,00 a R$ 150,00
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Programa

Quarteto Arandú Valquíria Gomes soprano Clarissa Cabral contralto Jabez Lima tenor João Vitor Ladeira baixo

Quinteto de Sopros Camargo Guarnieri Lincoln Sena flauta Peter Apps oboé Sérgio Burgani clarineta Alexandre Silvério fagote Nikolay Genov trompa

SARAH RIMKUS Cantus firmus BEATRIZ CORONA Penas ANTONIO RIBEIRO Diário interrompido [Estreia Mundial] ROBERT SCHUMANN Der König von Thule [O Rei de Thule], Op. 67, nº 1 CLÉMENT JANEQUIN La Guerre [A guerra] JOHANNES BRAHMS Im Herbst [No outono] FANNY MENDELSSOHN-HENSEL Canções do jardim: seis cantos para soprano, contralto, tenor e baixo, Op. 3 CLÉMENT JANEQUIN Le chant des Oiseaux [O canto dos pássaros] JOSQUIN DE PREZ El Grillo è buon cantore [O grilo é um bom cantor] HEITOR VILLA-LOBOS Quinteto em forma de choros JULIO MEDAGLIA Suíte popular brasileira RONALDO MIRANDA Variações sérias sobre um tema de Anacleto de Medeiros

O Quarteto Arandú, formado por membros do Coro da Osesp, traz um repertório variado para vozes e instrumentos de sopro. Cantus firmus, da norte-americana Sarah Rimkus, mistura o canto gregoriano com uma sensibilidade contemporânea. Em Penas, da cubana Beatriz Corona, escutamos um tocante poema de José Martí. O primeiro bloco, concentrado na música das Américas, se completa com a estreia do Diário interrompido, de Antonio Ribeiro.

Depois, o Quinteto de Sopros Camargo Guarnieri apresenta obras do Romantismo e do Renascimento se encontram: em Schumann, Brahms e Mendelssohn, a música procura exprimir a realidade psicológica sugerida nos textos; já em Clément Janequin e Josquin de Prez, temos um retrato do mundo exterior.

O programa se encerra com peças brasileiras: o Quinteto em forma de choros, o mais experimental da produção de Villa-Lobos; a Suíte popular brasileira de Júlio Medaglia, que passeia por ritmos como o frevo e o baião; as Variações sérias de Ronaldo Miranda, que partem de um tema de Anacleto de Medeiros, importante compositor de polcas e marchas.