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THIERRY FISCHER É O NOVO DIRETOR MUSICAL E REGENTE TITULAR DA OSESP

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) anunciou hoje o maestro suíço Thierry Fischer como seu novo Diretor Musical e Regente Titular, a partir de 2020. Ele regerá a Orquestra em oito semanas na próxima temporada e, a partir daí, 12 semanas por ano. Fischer foi o eleito de um Comitê de Busca formado por músicos da Osesp, diretores, conselheiros e consultores internacionais, que ficaram impressionados não apenas com sua arte musical inspiradora, mas também com a atenção rigorosa a elementos de estilo e definição sonora nos ensaios.

 

Sobre a nomeação, disse: “Para mim, foi paixão à primeira vista. Os músicos me deixaram eletrizado, com sua energia única e vontade de dar o melhor exemplo do que pode ser uma orquestra no século 21. Sua abertura para os desafios e a atitude sempre positiva, em resposta a qualquer demanda, parece se nutrir da própria vida nesta grande cidade, tão vibrante, audaciosa e criativa. A confiança e sede de música que todos demonstram são uma força magnética altamente inspiradora. Isso já estava claro para mim desde o primeiro ensaio; e me senti de pronto identificado a eles, na aversão a simplesmente repetir o que foi feito antes, ou fazer as coisas só por fazer. Fico mais do que animado por essa chance de trabalharmos juntos, ao longo dos próximos anos”.

 

Seus próximos concertos, após este anúncio como futuro Diretor Musical, terão lugar no dia 9 de julho, data exata do aniversário e na qual se comemorará 20 anos da Sala São Paulo, às 11h e às 16h30, em apresentações gratuitas. O programa inclui a Quinta Sinfonia de Beethoven e obras escolhidas pelo público em votação online (aberta até dia 14/06).

 

A mais recente participação de Thierry Fischer numa temporada da Osesp foi em setembro do ano passado, com um programa caracteristicamente original, combinando a Sinfonia Fantástica de Berlioz (um dos carros-chefes de seu repertório) e a estreia latino-americana do Concerto Para Flauta composto por Philippe Manoury, para o solista Emmanuel Pahud. Com larga experiência nas funções de Diretor Musical – 13 anos à frente da Sinfônica de Utah (EUA) e outros cargos nas Filarmônicas de Seul (Coreia do Sul) e de Nagoya (Japão), e na BBC National Orchestra of Wales (País de Gales/Reino Unido) –, Fischer é elogiado por seus programas de grande imaginação, suas muitas gravações e ainda por contribuir efetivamente para o crescimento artístico de todas as orquestras com as quais trabalhou.

 

O contrato de Thierry Fischer com a Osesp tem duração de cinco anos, portanto, até o final da Temporada 2024.

 

PRESS-KIT (PORTUGUÊS)

PRESS-KIT (ENGLISH)

 

SALA (AINDA MAIS) ACESSÍVEL

A partir de março, a Visita Monitorada à Sala São Paulo também acontecerá com o recurso de audiodescrição. A cada mês, teremos duas datas para que pessoas com deficiência visual possam conhecer sobre a história do Complexo Cultural Júlio Prestes e da Sala São Paulo com informações descritivas e também através de experiências táteis. A primeira visita já tem data: 24 de março, domingo, das 13h30 às 15h30. Nesse mesmo dia teremos concerto Matinal da Osesp na Sala também com audiodescrição para pessoas com deficiência visual. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Ver com Palavras, empresa especializada em audiodescrição.
 
Vagas: 15 pessoas por visita
Ingresso: gratuito e extensivo ao acompanhante
Duração: aproximadamente 2h
Agende sua visita através do e-mail marina@vercompalavras.com.br

Mais informações aqui.

SALA SÃO PAULO É SELECIONADA COMO UMA DAS MAIS BELAS SALAS DE CONCERTO DO MUNDO
A Sala São Paulo foi mencionada em uma lista da WQXR, rádio de Nova York especializada em música clássica, que elenca sete belas salas de concerto pelo mundo. A Sala figura ao lado de reconhecidos centros musicais, como a Philharmonie de Paris (França), o Tokyo Opera City Concert Hall (Japão) e a recém inaugurada ElbPhilharmonie (Hamburgo/Alemanha).
 
Em sua descrição, o site relembra a histórica apresentação da Sinfonia da Ressurreição, de Mahler, realizada pela Osesp em 1999, por ocasião da inauguração da sala de concertos.
 
Esta não é a primeira vez que a Sala São Paulo aparece em uma lista como essa. Em 2015, o The Guardian listou as 10 das melhores salas de concerto do mundo e a casa da Osesp também foi escolhida, ao lado de salas que são referência no universo da música sinfônica, como o Boston Symphony Hall (Estados Unidos), a Berlin Philharmonie (Alemanha) e o Musikverein (Viena/Áustria).
 
Confira a lista completa da Rádio WQXR aqui.
 
DOMINGO NA SALA SÃO PAULO

Que tal assistir a um concerto gratuito no domingo? Em quase todos, às 11h, a Osesp ou orquestras parceiras realizam concertos matinais gratuitos na Sala São Paulo. Os ingressos ficam disponíveis na bilheteria do 1º subsolo ou no site da Ingresso Rápido, a partir da segunda-feira anterior ao concerto. 

 
Contudo, além da música clássica, sabia que o prédio da Sala São Paulo abriga muita história? Você pode agendar uma visita monitorada agora mesmo e descobrir muita coisa que já aconteceu por aqui! Durante o passeio, nossos guias contam a  história do edifício que abrigou a antiga estação da Estrada de Ferro Sorocabana no período áureo do café e hoje é sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, além de abordarem  importância da Sala São Paulo como patrimônio histórico e marco da cidade; o processo de restauro e revitalização pelo qual passou no final da década de 90; e o projeto de construção da Sala São Paulo, sua acústica, estrutura e detalhes sobre o funcionamento da sala de concertos. Para não perder a viagem, agende ou confirme sua visita antecipadamente.

 
Saiba mais sobre as visitas monitoradas e confira nossa programação completa.
CASA DA OSESP É UMA DAS DEZ SALAS DE CONCERTO SELECIONADAS ENTRE AS MELHORES DO MUNDO

O jornal britânico The Guardian publicou uma matéria elegendo dez salas de concerto entre as melhores ao redor do mundo, na qual destaca as qualidades acústicas de cada local. O especialista Trevor Cox, professor de engenharia acústica na Universidade de Salford e autor do livro Sonic Wonderland: A Scientific Odissey of Sound, incluiu a Sala São Paulo nessa lista, ao lado de importantes salas, como a Berlin Philharmonie, a Philharmonie de Paris, a Tokyo Opera City Concert Hall e a Grosser Musikvereinssaal, de Viena.


Ele destaca o desafio que foi construir a Sala São Paulo em uma área que era anteriormente o pátio ao ar livre de uma estação de trem; elogia a beleza da sua arquitetura, que aproveita as enormes colunas originais da antiga Estação Júlio Prestes; e explica as características do teto móvel, que permite que a acústica de cada concerto seja ajustada conforme o repertório a ser apresentado.
 
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